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  OS SILICATOS DE ALUMÍNIO
(ARGILAS)
EM TERAPIA
Uma prática antiga habitual e retransmitida na medicina moderna.
 
       
   

JADE ALLÈGRE

Médica Humanitéria
Especialista das Argilas
e Comunicação com os Animais

https://jade-allegre.com

 
 

TESE de doutoramento – Diploma de Estado (em francês)
TESE COMPLETA EM .PDF(8 Mb)

Tradução da TESE português - em curso
Ultima atualização - 20 Fevereiro 2021

 
 

Resuma da Tese

   Esta tese tem como objetivo de fazer o ponto sobre os usos terapêuticos atuais dos silicatos de alumínio, de os pôr em paralelo com os usos tradicionais e costumes, e de revelar as pistas pertinentes que permitiriam de abrir novas perspetivas terapêutica.

   O Uso dos silicatos de alumínio em medicina faz parte do património usual da humanidade desde os primeiros passos, e os documentos manuscritos mais antigos o testemunham, na Europa e noutros sítios. À mais de 40 anos, que fazem parte do meu percurso profissional: tive a oportunidade de apreciar a sua eficácia no contexto humanitário, experiência de terreno que serve de suporte a este trabalho.

   A maneira de acão destes minerais sobre a saúde é objeto de numerosas publicações, em particular no que se trata de barreira de moléculas toxicas por inclusão no gel da mucosa intestinal: captação de germes e toxinas por absorção, modificação do pH e de trocas hídricas, dessorção de cátions acompanhantes naturais ou modificados, etc.

   Outros mecanismos restam por explorar: um novo ramo de pesquisa nasceu, a geologia medicinal, onde o objeto é de estudar especificamente o impacto dos minerais geológicos sobre a saúde do homem e dos animais. Primeiro orientado sobre os aspetos negativos do sujeito (Arsénico, Uranio, Amianto, Chumbo, Mercúrio), esta especialidade ganhou uma nova força com o estudo dos efeitos positivos dos minerais sobre a nossa saúde. Os documentos mais antigos testemunham do uso dos silicatos de alumínio como antiveneno: seu interesse parece se confirmar na descontaminação de radionuclídeos.

   A etimologia mostra também que numerosas especes ingerem espontaneamente os silicatos de alumínio, em ligação como parece com um painel de infeções mais largo do que prescrito atualmente. A investigação dessas ingestões espontâneas (geofagia), associado a exploração das indicações desses minerais em medicina veterinária, conduz a reagrupamentos prometedores que podem abrir sobre um enriquecimento da nossa farmacopeia humana. Nós consideramos particularmente protocolos simples adaptados a contextos de urgência individuais e coletivos, nos casos de cólera, de intoxicações, e de diversos sintomas gástricos e intestinais.

   Os silicatos de alumínio fazem parte do nosso futuro: são disponíveis em grande quantidade, baratos e pouco tóxicos. Para as populações pobres e/ou isoladas nos países imergentes, contribuem a autonomia da gestão das necessidades de saúde. As argilas são “culturalmente compatíveis” com os povos, que contem, na sua história antiga e/ou recente, memórias de afeto feliz com este mineral.

   Nós podemos todos aproveitar esta memória coletiva: no nosso planeta, a vida não poderia ter nascido sem a ajuda das argilas. Milhares de anos mais tarde, parece que os minerais ainda podem contribuir a protegê-la.

 
 

Algumas missões humanitárias:

INDONÉSIA – 2007, 2008 e 2009
- Colaboração com o Dr. Grace em Médan, Sumatra
- Tratamento de forma grave de Chikungunya
- Encontro com os indígenas tradicionais das ilhas Mentawai, Sumatra
- Contribuição e estudo da farmacofagia nos Orangotangos.

BENIM – 2005
- Colaboração com o Dr. Fiorenzo Priouli, Dir. do hospital Saint Jean de Dieu em Tanguiéta (região Noroeste)
- Criação dum protocole de tratamento de feridas infetadas (crianças paraplégicas)
Tratamento de osteítes dos membros inferiores, urcelas cronicas purulentas, de queimaduras elétricas, pelo fogo e água quente, feridas infetadas devido a quedas, traumatismos ou acidentes da via publica, feridas pós-operatórias e pós deposito de material de osteossíntese.
- Mordidelas de serpente.

PERU – 2004
- Colaboração com o Dr. José Avendano, antigo dir. e chefe de serviço de cirurgia do hospital de Cusco.
- Colaboração com o Prof. Armando Robles, Universidade Nacional de San Augustin, Faculdade de Engenheiria de Processos. Em Arequipa.
- Finalização do protocole de avaliação dos recursos terapêuticos locais.
- Ensino nas aldeias de região de Andahuylas, em Puno perto do lago Titicaca, e nas favelas de Huaycan, perto de Lima.

BRASIL – 2003
- Conferenças durante um congresso internacional em Belo Horizonte, perto de São Paulo.

INDIA – 2003
- Colaboração com Dr. Catalina, dispensário, região de Madras.
- Recolha, preparação e utilização de minerais locais.

MARROCOS – 2000
- Formação aos tratamentos de saúde primária em zonas semidesertas, arredores de Marrakech.
- Recolha e avaliação dos minerais locais.

BURKINA-FASO – 1997
- Colaboração com a associação dos “Tradipraticiens et Herboristes du Kadiogo”, que reagrupa 500 curandeiros da região de Ouagadoudou.
- Recolha de protocolos terapêuticos tradicionais.

RUANDA – 1994
- Missão como DICAF (Destacamento de Intervenção contra as Catástrofes e de Formação), equipa de socorro e de urgência destacados na fronteira Ruanda-Zaire quando dos problemas étnicos, parceria com as equipas dos médicos das forças amadas francesas.
- Hospital de tendas para populações em deslocação.
- Responsável do sector pediátrico.

GUATEMALA – 1992
- Colaboração com o Dr. Anne Bourgey, Associação Médicos Descalzos em Chinique, região de Chichicastelnango, curativos de saúde primária em pais índio Quiche.

MALI – 1988-1992
- Colaboração com o Dr. M. Etienne, diretora das consultas de recém-nascidos na maternidade de Mopti e dum posto de saúde em aldeias de sedentarização de Tuaregues.

SRI LANKA – 1992
- Colaboração com Dr. Jean Pierre Willen, associação “Médecins aux Pieds Nus” e com o Prof. Anton Jayasuruya, Professor do hospital principal de Colombo
- Encontro com os aborígenes.
- Pesquisas na biblioteca nacional de Colombo.

 
 
 
 

Traduzido benevolamente do francês por Américo A. Santos.

ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO
19 Fevereiro 2021

Um dos livros mais conhecido sobre a Argila

A Argila que Cura de Raymond Dextreit – Edições da revista “Vivre en Harmonie”
Memento de medicina natural
(L'Argile qui guérit - memento de medecine naturelle)
Edições: Dezembro 1957 - Junho 1969 - 4º trimestro 1973 - 1º trimestre 1976

Primeira parte
A TERRA
Argilas – Lamas – Areia

Um remédio polivalente

 

A TERRA DONDE VIMOS
ONDE VOLTAREMOS
A TERRA DONDE VEM TUDO QUE VIVE
ONDE VOLTA TUDO QUE MORRE
A TERRA QUE RECEBE A MORTE E DÁ A VIDA.

   Com o sol, o ar e a água de onde ela capta os princípios vitais, ela constitui o mais potente agente de regeneração física. Como esta potência pode ficar tanto tempo ignorada? Mas parece que não foi sempre assim e que muitos antes de nós outos lhe fezam confiança. Se os Egiptos a utilizavam para a momificação dos corpos é porque conheciam os seus princípios purificadores e aquase de certeza que não era só reservada aos defuntos.

   Desde o início a era cristã também se fala do uso duma terra de Lemnos. Os médico antigos a utilizavam e alguns, como o grego Dioscoride atribuía-lhe “uma força extraordinária”. O “Príncipe dos Médicos”, o árabe Avicenne, tanto como o celebre anatomista grego Galien, a teriam mencionado em termos elogiosos. Muito antes, o naturalista romano Pline o Antigo lhe consagrou um capítulo da sua “História Natural”.

   Mas tudo isto é muito longe e poderíamos supor que os Antigos utilizavam a argila por não ter outra medicação mais ativa. No entanto a argila conhece ume onda reveladora de desinteresse dos doentes pela farmácia química. São os grandes naturopatas alemães, Kneipp, Kuhn, Just, Felke, etc., que mais contribuíram para esta renascença da utilização da argila no quadro dos tratamentos naturais do qual o mahatma Gandhi sempre foi um fiel adepto.

   O padre Kneipp aconselhava uma mistura de argila e de vinagre natural os emplastros e cataplasmas. Em algumas zonas dos campos, este método sobreviveu, mas aplicado muito mais para os animais. Quando um deles estava gravemente doente, untava-se por inteiro com uma massa de argila e vinagre.

   No fim da sua vida, Kneipp tinha transmitido indicações preciosas sobre a argila a um outro naturopata, antigo livrario Adolf Just; sobre seu impulso, o tratamento pela argila teve uma grande expensão e a terra de Just, chamada “Luvos”, foi logo muito conhecida e apreciada. No início do século um médico de Berlim, o Professor Julius Strump, utilizou-a com sucesso contra a cólera asiático.

    Durante a guerra mundial, os soldados russos recebiam 200 g da autoridade militar (dito por Wacker) e era acrescentada na mostarda em alguns regimentos franceses que não sofreram de disenteria, mas fazia hecatombas nos regimentos vizinhos. A tropa utilizava-a, no tempo da cavalaria, para uso veterinário. Quando os cavalos tinham a gangrena do casco, punham os num coral onde a terra foi lavrada e mantida húmida de maneira a transformá-la em lama para a espezinhar. Os animais, por instinto, se dirigem a argila para se curarem; muitos observadores o confirmaram. O Dr. Em. Grommier contou a historiador elefante “Fil” que, com seus colegas, se purgavam com marnas sílico-magnesianas e untavam-se de lama.

 

 
 
 
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